Eu queria era gastar meus próximos 15 trilhões de dias ali, sentada no banco daquele ônibus. As vozes paralelas, o balanço do ônibus ignorado, a vida em volta completa e totalmente sem sentido. O passado nunca existiu e eu não quero um futuro, quero o agora pra sempre. Meu coração batendo acelerado, eu mal consegui respirar, eu mal sabia quem eu era, onde ia, o que fazia, por que fazia. E faria algum sentido? Claro que não.
Baixei a cabeça e me perguntei:
- De novo tu veio me trazer uma coisa que eu não posso ter?
- Mariá!? - Conheço essa voz. Levanto a cabeça sorrindo amarelo.
Sorriso. Felicidade.
Baixei a cabeça e me perguntei:
- De novo tu veio me trazer uma coisa que eu não posso ter?
- Mariá!? - Conheço essa voz. Levanto a cabeça sorrindo amarelo.
Sorriso. Felicidade.