O que você tem que saber não é o que os outros são, mas no que eles podem se tornar.
Humanos, todos seres humanos, previamente inclinados ao erro, e com um erro abre-se um leque imenso de possibilidades, de consequencias.
O problema então é que confiamos nas pessoas? Ora, todos sabemos que qualquer cachorro é mais confiável que um humano. Mas mesmo assim, o que seria de nós se não confíássemos?
Precisamos de ilusões, pessoas fazem o papel.
Bom, isso também não quer dizer que ninguém seja bom, quer dizer, o meu conceito sobre bom é diferente. Momentos ruins, momentos bons. Atitudes, atitudes, tudo está em torno delas.
Quem nunca agiu de má fé ou machucou alguém? Eu já. E não me escondo atrás da minha impulsividade, por que sim, eu sou impulsiva e faço boa parte do que me dá vontade. Meu cortez frontal parece não ter evoluído junto com o do resto da espécie. Mesmo assim, eu poderia ter dito não, eu poderia ter feito de forma diferente. Todo poderiamos ter feito alguma coisa de modo diferente. A questão é: Se pudessemos voltar no tempo, nós fariamos diferente? Eu duvido muito.
Seres humanos confusos, exentricos, não confiáveis, apaixonantes. Todos escondidos atrás de algum artifício mais fácil e sociável do que ser quem se é de verdade. Nunca se demonstra exatamente o que se é. Regra de convivência e sobrevivência.

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