Eu estive pensando (o que já é um começo) sobre o ano que passou e depois de toda a nostalgia pelos bons momentos, que não foram poucos, eu senti uma pontadinha no peito, alguma coisa faltando parece.
Os meses passados foram hospedeiros da maiores decepções da minha vida, eu "perdi" pessoas que considerava como grandes amigos, eu quebrei a cara uma ou duas vezes por causa de pseudos romances, eu me senti sozinha como nunca antes havia sentido, e realmente estava. Lutei contra meus maiores medos e até ganhei de alguns, eu comecei a aprender a controlar meus impulsos e desejos auto-destrutivos e sofri com isso, parece que ainda não consigo lidar com meus próprios "nãos".
Eu reaprendia chorar.
Intenso. Eu gosto de intensidade. Fora tempos intensos, mas não completos, e nunca haverá um.
Eu senti falta de algo, eu senti falta de uma sentimento. Pode? Se eu sinto pode né?
Eu me acomodei. O que parece, ás vezes, é que eu estive tão acostumada a receber amor que me tornei incapaz de amar. Isso não faz sentido. Mas o que faz afinal?
Isso aqui não é Skins e eu não vou bater em portas alheias de madrugada pedindo amor. Eu não vou. Mas por que não? Eu estive sempre tão disposta a viver aqueles sentimentos que não cabiam no peito. Disposta a pequenas loucas mudanças na minha vida. Mas falta alguma coisa ainda assim e isso não depende de ninguém.
Eu escrevi a alguns meses; "Eu preciso sentir algo a mais do que apenas gostar de alguém."
E eu ainda preciso, é isso que falta.
Agradeço aos bons amigos conquistados, as belas companhias e por aprender que todo mundo tem seus próprios motivos e que eles sempre serão mais fortes do que dos outros, não importa o que se faça. Eu aprendi tantas coisas. Eu fui a lugares estranhos e maravilhosos. Eu conheci pessoas diferentes e maravilhosas, e ouvi impressionada suas histórias de vida distorcidas, alegres e sofridas, seus 4 filhos, seus maridos presos, suas escolhas incomuns.
Escolhas incomuns, em busca de um objetivo comum, ser feliz.
Eu sou feliz.
Sabe, eu não me arrependo de nenhum segundo d0s últimos tempos, ou melhor, me arrependo de não ter roubado um beijo naquela noite quente de outubro. E não é por nada, é só pra não ficar hoje me perguntando o por que de não ter feito, só isso.
Então que seja, que comece mais um ano(por que o ano só começa depois do carnaval), e que venha tudo que tiver que vir, eu vou estar de peito aberto pra tudo, sem hesitar em chorar, sem me negar de sorrir.
Os meses passados foram hospedeiros da maiores decepções da minha vida, eu "perdi" pessoas que considerava como grandes amigos, eu quebrei a cara uma ou duas vezes por causa de pseudos romances, eu me senti sozinha como nunca antes havia sentido, e realmente estava. Lutei contra meus maiores medos e até ganhei de alguns, eu comecei a aprender a controlar meus impulsos e desejos auto-destrutivos e sofri com isso, parece que ainda não consigo lidar com meus próprios "nãos".
Eu reaprendia chorar.
Intenso. Eu gosto de intensidade. Fora tempos intensos, mas não completos, e nunca haverá um.
Eu senti falta de algo, eu senti falta de uma sentimento. Pode? Se eu sinto pode né?
Eu me acomodei. O que parece, ás vezes, é que eu estive tão acostumada a receber amor que me tornei incapaz de amar. Isso não faz sentido. Mas o que faz afinal?
Isso aqui não é Skins e eu não vou bater em portas alheias de madrugada pedindo amor. Eu não vou. Mas por que não? Eu estive sempre tão disposta a viver aqueles sentimentos que não cabiam no peito. Disposta a pequenas loucas mudanças na minha vida. Mas falta alguma coisa ainda assim e isso não depende de ninguém.
Eu escrevi a alguns meses; "Eu preciso sentir algo a mais do que apenas gostar de alguém."
E eu ainda preciso, é isso que falta.
Agradeço aos bons amigos conquistados, as belas companhias e por aprender que todo mundo tem seus próprios motivos e que eles sempre serão mais fortes do que dos outros, não importa o que se faça. Eu aprendi tantas coisas. Eu fui a lugares estranhos e maravilhosos. Eu conheci pessoas diferentes e maravilhosas, e ouvi impressionada suas histórias de vida distorcidas, alegres e sofridas, seus 4 filhos, seus maridos presos, suas escolhas incomuns.
Escolhas incomuns, em busca de um objetivo comum, ser feliz.
Eu sou feliz.
Sabe, eu não me arrependo de nenhum segundo d0s últimos tempos, ou melhor, me arrependo de não ter roubado um beijo naquela noite quente de outubro. E não é por nada, é só pra não ficar hoje me perguntando o por que de não ter feito, só isso.
Então que seja, que comece mais um ano(por que o ano só começa depois do carnaval), e que venha tudo que tiver que vir, eu vou estar de peito aberto pra tudo, sem hesitar em chorar, sem me negar de sorrir.
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