Eu que seria capaz de entrar na igreja(amarrada) ao som de ‘Welcome to the jungle’ do Guns, enquanto meu marido alto, moreno, malhado e desprovido de inteligência, me esperaria de smoking sorridente e feliz por estar fazendo a maior burrada da sua vida. Eu que depois de casada teria 2 lindos filhos, que fisicamente puxariam ao pai obviamente, 2 monstrinhos com meu gênio e graça. Amem. Eu que viraria uma dona de casa viciada em malhação e em comer ração humana, enquanto meu marido lindo, moreno, malhado e desprovido de inteligência ganharia sua vida treinando coroas mais gostosas do que eu e as comendo, eventualmente. Eu que descobriria depois de algumas semanas de casada que meu marido gostosão realmente é ruim de cama, assim como suspeitava antes de casar, mas nunca tive certeza, pois dormia durante o ato. Então eu passaria a dormir com meu colega de academia mais gostoso, mais bem dotado e MUITO melhor de cama que ele. Anos depois, filhos adolescentes, um é gay, o outro metaleiro. Um dá pra todo mundo e o outro não come ninguém. Um usa calças mais apertadas que meu suplex e o outro é frequentemente confundido com a Avril Lavigne por causa dos cabelos compridos. Depois de anos, meus filhos, um casado com o mecânico bem dotado da esquina e o outro ainda virgem trancado no quarto tocando guitarra. Um marido com pelancas caindo, barriga de chip e pai de mais 3 crianças. Eu cheia de botox e mais repuxada que a Hebe fugiria com minha dermatologista 20 anos mais nova, afim de novas experiências. O título do texto seria; “O futuro que não quero, e não que vai acontecer de JEITO NENHUM” Ok, preciso parar de ouvir Guns.

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