“Eu, sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor!”
Por que só cantamos e ouvimos cantar a frase a cima de 4 em 4 anos?
O brasileiro tem a cultura, não merecedora de orgulho, de só ser patriota em época de copa do mundo de futebol.
Me parece, e sei que não só a mim, que os 4 anos que separam uma competição da outra é tida como espaço para se envergonhar, criticar e renegar o pais em que se nasceu, como se a única coisa boa que pudesse sair desse território fossem jogadores de futebol e mulheres gostosas. É-me claro e causa de revolta que nos contentamos em ver apenas dribles, gols, peitos e bundas. Batemos no peito e gritamos nosso patriotismo apenas quando a força física obtêm êxito em enviar uma bola arco a dentro e quando um peito brasileiro é eleito o mais bonito do mundo. Eu queria estar enganada. Mas não estou.
A velha, e devo admitir, eficiente, política do ‘Pão e circo’ ainda nos é dada e aceitamos de bom grado, afinal, quem não gosta de ganhar ‘bolsa família’ e assistir seu futebolzinho no fim de semana? Todo mundo, inclusive eu, tirando o ‘bolsa família’. Até por que é ano de eleição presidencial também (alguém lembra? fora os políticos interessados em comer do grande bolo de corrupção) e entreter o povo com falso patriotismo e euforia causadora de cegueira popular nunca é de mais, nunca é. Ora caros leitores, tirem suas fardas amarelas do armário, tapem bem seus olhos e ouvidos e saiam as ruas gritando o quanto amam seu pais, ou seria sua seleção de futebol multimilionária que não lhes dá nada além de problemas cardíacos e alegria instantânea? Eu vou de segunda opção.
Assim, depois de julho, quando conhecermos a seleção campeã (esperando que seja a brasileira), podemos botar as fardas amarelas de volta no armário, tirar da cara o sorriso de satisfação e voltar a falar mal do pais em que vivemos, dos políticos que temos, pra depois reelegê-los sem se quer saber quem são realmente, o que pretendem para nosso futuro.
Quem se importa? 2014 a copa é aqui, a festa é aqui, a palhaçada é aqui, como sempre foi, como é todo o ano.
O brasileiro não se leva a serio, não vê, ou se nega a tal, que tem potencial e força inimaginável diante dos problemas que nos afetam, ele só precisa querer vestir a ‘amarelinha’ todos os dias da sua vida e bater no peito exaltando de onde é sempre que lhes afrontarem contra sua dignidade, contra seus direitos, contra o que é certo. Usemos essa força imensa e orgulho para algo que realmente nos seja útil.
Por que só cantamos e ouvimos cantar a frase a cima de 4 em 4 anos?
O brasileiro tem a cultura, não merecedora de orgulho, de só ser patriota em época de copa do mundo de futebol.
Me parece, e sei que não só a mim, que os 4 anos que separam uma competição da outra é tida como espaço para se envergonhar, criticar e renegar o pais em que se nasceu, como se a única coisa boa que pudesse sair desse território fossem jogadores de futebol e mulheres gostosas. É-me claro e causa de revolta que nos contentamos em ver apenas dribles, gols, peitos e bundas. Batemos no peito e gritamos nosso patriotismo apenas quando a força física obtêm êxito em enviar uma bola arco a dentro e quando um peito brasileiro é eleito o mais bonito do mundo. Eu queria estar enganada. Mas não estou.
A velha, e devo admitir, eficiente, política do ‘Pão e circo’ ainda nos é dada e aceitamos de bom grado, afinal, quem não gosta de ganhar ‘bolsa família’ e assistir seu futebolzinho no fim de semana? Todo mundo, inclusive eu, tirando o ‘bolsa família’. Até por que é ano de eleição presidencial também (alguém lembra? fora os políticos interessados em comer do grande bolo de corrupção) e entreter o povo com falso patriotismo e euforia causadora de cegueira popular nunca é de mais, nunca é. Ora caros leitores, tirem suas fardas amarelas do armário, tapem bem seus olhos e ouvidos e saiam as ruas gritando o quanto amam seu pais, ou seria sua seleção de futebol multimilionária que não lhes dá nada além de problemas cardíacos e alegria instantânea? Eu vou de segunda opção.
Assim, depois de julho, quando conhecermos a seleção campeã (esperando que seja a brasileira), podemos botar as fardas amarelas de volta no armário, tirar da cara o sorriso de satisfação e voltar a falar mal do pais em que vivemos, dos políticos que temos, pra depois reelegê-los sem se quer saber quem são realmente, o que pretendem para nosso futuro.
Quem se importa? 2014 a copa é aqui, a festa é aqui, a palhaçada é aqui, como sempre foi, como é todo o ano.
O brasileiro não se leva a serio, não vê, ou se nega a tal, que tem potencial e força inimaginável diante dos problemas que nos afetam, ele só precisa querer vestir a ‘amarelinha’ todos os dias da sua vida e bater no peito exaltando de onde é sempre que lhes afrontarem contra sua dignidade, contra seus direitos, contra o que é certo. Usemos essa força imensa e orgulho para algo que realmente nos seja útil.
Comentários