Tenho tanta coisa pra fazer, meu deus! MUITOS trabalhos pra fazer, muitos mesmos! Tantos que boa parte deles eu nem sei do que se trata. Mas tudo bem, podia ser pior, eu podia ser burra.
Mas enfim, vocês não estão aqui para ler sobre minhas mazelas ou estão? ¬¬
Da série: "Textos novos sobre coisas velhas"
- Eu te amo.
- Eu também te amo.
Juntamos nossas mãos, apertando forte.
Eu tive a plena certeza, pela primeira e talvez única vez na vida, de que aquilo era amor. Quer dizer, só podia ser. Meu coração sabia que era.
Eu queria um beijo, queria um abraço apertado, daqueles que são tão apertados que os corpos chegam a se misturar. Mas não, eu só podia ficar ali segurando a tua mão tão forte quanto eu fosse capaz de fazê-lo.
Depois de algum de tempo de certa vergonha mútua por teremos nos revelado, nos declarado, eu enfim consegui te olhar e fui correspondida. Nos olhamos, nos encaramos. Eu pude, em uma fração de segundos adentrar-te apenas com os olhos, entrei e vi tudo que queria ver, e tudo era tão lindo, tão inocente, tão verdadeiro. Era o lugar onde eu sempre quis estar, e agora que estava, tudo aquilo me pertencia de certa forma. Eu te pertencia, e isso já não era segredo pra nenhuma das partes.
De algum modo, o qual nunca vou descobrir, eu era capaz de amar alguem que se quer havia tocado, beijado. De um jeito que nunca mais vai se repetir, eu senti que estar ali de mãos dadas com você, era o momento mais intimo que já tive com alguem.
Eu simplesmente te amava e isso era tudo. O depois fica pra depois.
Mas enfim, vocês não estão aqui para ler sobre minhas mazelas ou estão? ¬¬
Da série: "Textos novos sobre coisas velhas"
- Eu te amo.
- Eu também te amo.
Juntamos nossas mãos, apertando forte.
Eu tive a plena certeza, pela primeira e talvez única vez na vida, de que aquilo era amor. Quer dizer, só podia ser. Meu coração sabia que era.
Eu queria um beijo, queria um abraço apertado, daqueles que são tão apertados que os corpos chegam a se misturar. Mas não, eu só podia ficar ali segurando a tua mão tão forte quanto eu fosse capaz de fazê-lo.
Depois de algum de tempo de certa vergonha mútua por teremos nos revelado, nos declarado, eu enfim consegui te olhar e fui correspondida. Nos olhamos, nos encaramos. Eu pude, em uma fração de segundos adentrar-te apenas com os olhos, entrei e vi tudo que queria ver, e tudo era tão lindo, tão inocente, tão verdadeiro. Era o lugar onde eu sempre quis estar, e agora que estava, tudo aquilo me pertencia de certa forma. Eu te pertencia, e isso já não era segredo pra nenhuma das partes.
De algum modo, o qual nunca vou descobrir, eu era capaz de amar alguem que se quer havia tocado, beijado. De um jeito que nunca mais vai se repetir, eu senti que estar ali de mãos dadas com você, era o momento mais intimo que já tive com alguem.
Eu simplesmente te amava e isso era tudo. O depois fica pra depois.
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