Todos que leem este blog dizem a mesma coisa quando lhes pergunto o que acham dele.
"Eu nunca sei de quem você fala." ou "Eu nunca sei o que você realmente quer dizer"
É, talvez vocês estejam certos. Eu nunca sei o que quero dizer, mas é exatamente por isso que vocês voltam aqui para ler minhas bobagens, por que gostam de ser confundidos ou se sentirem confusos, o que é totalmente diferente.
Minha confusão os atrai, de certo modo.
Agora, sobre quem falo, isso já vai muito além da compreensão humana, na maioria das vezes nem eu sei de quem falo.
Eu suspeito porém que é sempre da mesma pessoa. Sempre, mesmo que mude. Criei em meu imaginário doentio e confuso, alguém que não existe, alguém que é a combinação de todos que por aqui passaram. Um Frankstein da minha cabeça.
Formado por cada pedaço errado de quem me teve, cada pedaço que sobre saiu em cada um.
Minha raiva, meu amor, tesão, carinho, asco, cuidado, desejo de todos em um só ser que simplesmente não existe.
Ás vezes quando quero xingar alguém em específico, Frankstein vem e faz tudo tornar proporçoes assustadoras. E idem quando falo de amor.
Isso demonstra meu péssimo hábito de exagerar em tudo e em todos. Intensidade, ela é um vício sem fim pra mim. (até rimou)
E também não é pra entender, não é pra entender.
"Eu nunca sei de quem você fala." ou "Eu nunca sei o que você realmente quer dizer"
É, talvez vocês estejam certos. Eu nunca sei o que quero dizer, mas é exatamente por isso que vocês voltam aqui para ler minhas bobagens, por que gostam de ser confundidos ou se sentirem confusos, o que é totalmente diferente.
Minha confusão os atrai, de certo modo.
Agora, sobre quem falo, isso já vai muito além da compreensão humana, na maioria das vezes nem eu sei de quem falo.
Eu suspeito porém que é sempre da mesma pessoa. Sempre, mesmo que mude. Criei em meu imaginário doentio e confuso, alguém que não existe, alguém que é a combinação de todos que por aqui passaram. Um Frankstein da minha cabeça.
Formado por cada pedaço errado de quem me teve, cada pedaço que sobre saiu em cada um.
Minha raiva, meu amor, tesão, carinho, asco, cuidado, desejo de todos em um só ser que simplesmente não existe.
Ás vezes quando quero xingar alguém em específico, Frankstein vem e faz tudo tornar proporçoes assustadoras. E idem quando falo de amor.
Isso demonstra meu péssimo hábito de exagerar em tudo e em todos. Intensidade, ela é um vício sem fim pra mim. (até rimou)
E também não é pra entender, não é pra entender.
Comentários