Não tenho problemas em pedir desculpas, tenho problemas em admitir estar errada. Eu odeio estar errada, por mais que isso aconteça frequentemente. Esse é o tipo de coisa com o qual nunca serei capaz de me acostumar.

Mas eu estava errada. Meu instinto me enganou e fiz conclusões errôneas, não que isso seja o fim do mundo, não é. Agora eu sei como um meteorologista se sente, sempre fazendo previsões erradas. Tudo bem vai, eu não sou adivinha, minha bola de cristal não existe e meus pressentimentos, (diferentemente da minha santa mãe que tudo sabe, tudo vê ¬¬), só funcionam pra eventos de quase morte, quase minha morte, menos mal.

E por mais irônico que possa parecer, teve uma coisa boa em eu estar errada. Eu me libertei. Não, sério mesmo, foi como se dissesse; “Foda-se eu já to errada mesmo, não pode piorar”. (Mentira, sempre pode piorar, mas não nesse caso.) Então eu fui lá com minha enorme cara de pau e enfiei a cara onde não devia, literalmente. Coisa boa. Tão bom estar errada de vez em quando. =]

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