Como quem nunca perdeu uma guerra, mas sim, já perdi várias.
Como quem nunca aprendeu nada com as guerras perdidas. Como quem não carrega no corpo, no peito todas as cicatrizes das feridas que sofreu. Como quem não tem na boca o amargor de todas as lágrimas que chorou. Como quem ignora o que grita o coração e dá espaço ao fervor de uma escultura em carne e osso.
De fato, e sem negar, as vezes ajo como se assim fosse, como se não existisse passado para me ensinar.
Agindo como quem não sabe a dor de ganhar uma batalha e depois perder a guerra.
E essa guerra vale a pena? Receio que não
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