É cada vez mais difícil, mas penso que não seria diferente, de qualquer forma. Cada dia a coisa vai ficando pior e pior e mais foda do que o dia anterior. E isso é referente a tudo na vida, amores, trampo, estudo, tudo. Como se estivéssemos em um grande jogo arcade, em que a cada fase vencida uma nova e mais difícil fase se inicia. Coletamos moedas, matamos tartarugas do mal e salvamos princesas do castelo assombrado. E quem vai nos salvar? Quem vai nos impedir de cair no poço de lava ou de ser comido por um peixe gigante? Quem vai? Ninguém vai, ninguém vai nos salvar, por que você não é a princesa e o encanador bigodudo não existe.
Vamos então nos agarrando a cipós, montando em dinossaurinhos, ganhando estrelas de energia e jogando bolas de fogo, correndo contra o tempo para sobreviver. Nesse jogo, se você errar, a bala gigante te pega e aqui só se tem uma vida. UMA.
Pra nossa sorte, ao contrário do Mario, (que te comeu... é.) nós somos capazes de evoluir, e apesar de não ganharmos asas ou um terceiro braço, somos capazes de A-P-R-E-N-D-E-R, em uma aula sem apostilas e sem nota no final do semestre, mas que nos bota a prova a cada novo dia. Cada um aprender o quer, entende o que aprendeu como quer, cada um ensina mesmo sem querer. Se assim como o Mario, vivêssemos em um mundo fácil e previsível onde estaria a graça? Onde estaria a graça se não pudéssemos reclamar da complicação feminina, da distração masculina, da imprevisibilidade da vida?
Cada um aqui precisa salvar um, duas ou três princesas por dia, todos nós temos que usar nossos poderes de super-paciência, mega-tolerância e suprema-competência todos os dias para que no final dele consigamos mais alguns bônus por chegar vivo a mais um final de fase.
Vamos então nos agarrando a cipós, montando em dinossaurinhos, ganhando estrelas de energia e jogando bolas de fogo, correndo contra o tempo para sobreviver. Nesse jogo, se você errar, a bala gigante te pega e aqui só se tem uma vida. UMA.
Pra nossa sorte, ao contrário do Mario, (que te comeu... é.) nós somos capazes de evoluir, e apesar de não ganharmos asas ou um terceiro braço, somos capazes de A-P-R-E-N-D-E-R, em uma aula sem apostilas e sem nota no final do semestre, mas que nos bota a prova a cada novo dia. Cada um aprender o quer, entende o que aprendeu como quer, cada um ensina mesmo sem querer. Se assim como o Mario, vivêssemos em um mundo fácil e previsível onde estaria a graça? Onde estaria a graça se não pudéssemos reclamar da complicação feminina, da distração masculina, da imprevisibilidade da vida?
Cada um aqui precisa salvar um, duas ou três princesas por dia, todos nós temos que usar nossos poderes de super-paciência, mega-tolerância e suprema-competência todos os dias para que no final dele consigamos mais alguns bônus por chegar vivo a mais um final de fase.
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