Somos a geração da metade da história, estamos no meio do caminho entre o ápice e a destruição total. Não teremos histórias para contar, a não ser aquelas que nos foram contadas. Estamos em guerra contra nós mesmos, nossos conflitos nada mais são do que mau entendidos. Somos a geração do meio termo. Estamos em cima do muro onde nos colocaram assim que nascemos, e lá continuaremos até que alguém nos tire.
Nos tirem tudo, menos a internet! A internet não! A internet que aproxima mundos e afasta corações.
Falamos de política como grandes conhecedores, mas elegemos Tiririca, Jose Bolsonaro, Paulo Maluf e mais uma corja de sangue-suga desajuizados e desinteressados. Mantemos a mentalidade de Colônia de exploração até hoje, a mentalidade que nos foi imposta a 500 anos atrás e nós aceitamos como boas vagabundas que somos. Ninguém sai a ruas, a não ser pra fazer Flash mob ou brigar com a torcida adversária. Ninguém se compromete, ninguém se responsabiliza, gostamos mesmo é de nos omitir.
Ora meus caros, queria eu ter a sorte de ver em nosso pais de mulheres nuas e futebol, o que estamos vendo acontecer no Egito e ainda mais bravamente na Líbia. A coisa mais linda que já tive a oportunidade de ver acontecer. Quantos fugiriam? Quantos lutariam? Quem sairias as ruas pronto para morrer por algo que se acredita? Difícil dizer, melhor não dizer.
Uma geração que sustenta onze edições da maior das palhaçadas televisionadas como se ela fosse parte de algo vital para nossa sobrevivência e não apenas mais um lixo de entretenimento global. Geração essa que se tornou incapaz de chorar pela morte de seus gênios, os esqueceu ou os desconhece enquanto ovaciona uma nova espécie de herói, desconhecido e mascarado por um "Nick name".
Que nossos filhos sejam melhores, ou melhor, que não haja filhos, melhor não arriscar a educação de crianças nessas mãos.
Tá. Inspirado no "Clube da luta".
Nos tirem tudo, menos a internet! A internet não! A internet que aproxima mundos e afasta corações.
Falamos de política como grandes conhecedores, mas elegemos Tiririca, Jose Bolsonaro, Paulo Maluf e mais uma corja de sangue-suga desajuizados e desinteressados. Mantemos a mentalidade de Colônia de exploração até hoje, a mentalidade que nos foi imposta a 500 anos atrás e nós aceitamos como boas vagabundas que somos. Ninguém sai a ruas, a não ser pra fazer Flash mob ou brigar com a torcida adversária. Ninguém se compromete, ninguém se responsabiliza, gostamos mesmo é de nos omitir.
Ora meus caros, queria eu ter a sorte de ver em nosso pais de mulheres nuas e futebol, o que estamos vendo acontecer no Egito e ainda mais bravamente na Líbia. A coisa mais linda que já tive a oportunidade de ver acontecer. Quantos fugiriam? Quantos lutariam? Quem sairias as ruas pronto para morrer por algo que se acredita? Difícil dizer, melhor não dizer.
Uma geração que sustenta onze edições da maior das palhaçadas televisionadas como se ela fosse parte de algo vital para nossa sobrevivência e não apenas mais um lixo de entretenimento global. Geração essa que se tornou incapaz de chorar pela morte de seus gênios, os esqueceu ou os desconhece enquanto ovaciona uma nova espécie de herói, desconhecido e mascarado por um "Nick name".
Que nossos filhos sejam melhores, ou melhor, que não haja filhos, melhor não arriscar a educação de crianças nessas mãos.
Tá. Inspirado no "Clube da luta".
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