Vamos começar essa história por dois fatos relevantes; eu nasci e você nasceu. Talvez não nessa ordem, mas é fato. Agora, o que aconteceu em nossas vidas no espaço de tempo entre você nascer e você nascer pra mim, é completamente desconhecido, e ignorado, devo dizer. Do exato momento em que nasceste pra mim algo a mais pareceu ter nascido também em mim. Não, não, estamos perdendo o foco, essa história não devia ter tomado esse rumo, eu estava falando sobre você e não sobre mim.
Mas espera... Como falar sobre você em mim e não falar sobre mim? Não dá.
Um terceiro e mais relevante fato segue agora: algum dia eu nasci pra ti? Não não, estou insegura. O que aconteceu na vida pra que você tivesse nascido pra mim e eu não tivesse nascido pra ti? Então quer dizer que mais alguém pode ter nascido ai pra ti e não foi eu? Então isso é mesmo possível? Parece que sim.
Ai chegamos ao quarto fato relevante; eu não nasci pra você. Naquele dia de primavera em que você apareceu pra mim, eu simplesmente não estava lá pra você.
Verdade número um da vida: sempre que for possível as coisas não darão certo pra você.
Eu ainda tenho que nascer, é isso?
Da série: "Olha o que eu achei nos meus cadernos/blogs velhos."
Mas espera... Como falar sobre você em mim e não falar sobre mim? Não dá.
Um terceiro e mais relevante fato segue agora: algum dia eu nasci pra ti? Não não, estou insegura. O que aconteceu na vida pra que você tivesse nascido pra mim e eu não tivesse nascido pra ti? Então quer dizer que mais alguém pode ter nascido ai pra ti e não foi eu? Então isso é mesmo possível? Parece que sim.
Ai chegamos ao quarto fato relevante; eu não nasci pra você. Naquele dia de primavera em que você apareceu pra mim, eu simplesmente não estava lá pra você.
Verdade número um da vida: sempre que for possível as coisas não darão certo pra você.
Eu ainda tenho que nascer, é isso?
Da série: "Olha o que eu achei nos meus cadernos/blogs velhos."
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