Carol Riquinho certa feita enviou-me este pensamento alegando ser perfeito para minha pessoa;

"É difícil me iludir, porque não costumo esperar muito de ninguém. Odeio dois beijinhos, aperto de mão, tumulto, calor, gente burra e quem não sabe mentir direito. Não puxo saco de ninguém, detesto que puxem meu saco também. Não faço amizades por conveniência, não sei rir se não estou achando graça, não atendo o telefone se não estou com vontade de conversar."

Caio F. de Abreu

E eu não sei bem por que me lembrei disso a essa altura do campeonato, mas eu concordo com a Carol, em partes. Adoro um tumulto e calor, humano. E quanto a iludir-se penso ser complicado não o fazer, arrisco dizer que isso é o que todos nós melhor sabemos fazer na vida. Quem não gosta de uma ilusãozinha né?

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