E eu tenho mania de começar as frases com "e", como se antes de dizer o que estou dizendo existisse outra coisa, outra hipótese, outra linha de pensamento. E existe. Assim, nunca há limitações, sempre há uma outra mensagem não dita, mas que pode ser perfeitamente imaginada e entendida por quem a lê. E isso nunca é definitivo, por que além de existir outras possibilidades infinitas, diga-se de passagem, eu ainda posso estar errada. Saca? Nada é o que parece ser, nada é o que se lê, vê ou escreve, tudo é o que se vive e só.

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